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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Microsoft detalha as novas funções do IE 10 no Windows 8


Junto com as informações e os detalhes do Windows 8, a Microsoft demonstrou um pouco mais do Internet Explorer 10, que virá como navegador padrão no próximo sistema operacional. Em seu blog oficial, Dean Hachamovitch fala mais sobre o estilo Metro e o apoio ao HTML5.

No Windows 8, haverá duas possibilidades de usar o IE 10, uma no desktop, como tradicionalmente já acontece e no estilo Metro, padrão que será adotado para uso nos tablets. Hachamovitch garante que nas duas formas, a experiência usando a dupla mouse e teclado será a mesma.

IE 10


Hachamovitch confirma também que ambas as versões possuem aceleração total de hardware para uso gráfico, vídeo e áudio. Deste modo, as duas versões têm suporte a HTML5e os mesmos recursos de privacidade, incluindo a navegação InPrivate.
Os usuários também poderão colocar os seus sites favoritos em um dos quadrados da nova tela inicial do Windows 8, para assim, acessá-los rapidamente com apenas um toque/clique. Em uma tela multitoques, os usuários ainda poderão ampliar a página visitada fazendo o movimento de pinça com os dedos.

Em resumo, Dean Hachamovitch, afirmou que a Microsoft não está criando dois navegadores diferentes. O motor será o mesmo, apenas a interface será diferentes, para atender a dois tipos de uso.

Primeiras impressões do TechTudo
TechTudo testou o Internet Explorer 10 rodando sob o Windows 8 e pôde conferir a veracidade dessa informação. Apesar de uma interface mais simples e objetiva, é possível navegar e realizar funções básicas tranquilamente no navegador. Outro ponto que chamou a atenção, foi o fato do IE10 estar realmente mais rápido do que suas versões anteriores.
fonte: techtudo

domingo, 11 de setembro de 2011

IBM testa chip inspirado em cérebro

Um dos protótipos apresentados hoje: computação cognitiva imita estrutura de funcionamento do cérebro

São Paulo- Um sistema que integre software e hardware, capaz não apenas de analisar informações complexas em tempo real como também de aprender com os resultados.
Nele, novas ligações são feitas a cada input, e as experiências anteriores são utilizadas para elaborar a próxima ação. Basicamente, um sistema como esse reconhece rostos, se lembra de ações passadas e sente as variações do ambiente por meio de sensores. Tudo isso, ao mesmo tempo.
Essa é a meta do projeto Synapse (Systems of Neuromorphic Adaptive Plastic Scalable Electronics), desenvolvido pela IBM Research: recriar as sinapses do cérebro através de algoritmos e circuitos de silício.  As sinapses são as estruturas responsáveis por transmitir o impulso nervoso de um neurônio ao outro.
Hoje, a empresa anunciou a conclusão da primeira fase do empreendimento: dois chips experimentais, feitos para similar a percepção, ação e cognição do cérebro.
Embora não contenham elementos biológicos, os chamados “neurosynaptic computing chips”, ou chips neuro-sinápticos, possuem circuitos inspirados na neurobiologia: cada um conta com 256 “neurônios”; um deles contém 262.144 sinapses programáveis, o outro, 65.536.
Os dois protótipos foram construídos na unidade de Fishkill, em Nova York, e estão sendo testado nos laboratórios de Yorktown Heights (NY) e San José, na Califórnia. Até agora, já demonstraram habilidade em tarefas simples, como navegação, visão, reconhecimento de padrões, memória e classificação de objetos.
Esses chips são a base do que a IBM imagina como futuro da informática: a computação cognitiva. Os sistemas construídos com eles não serão programados da mesma forma que os atuais: eles devem aprender através das experiências, encontrando correlações e criando hipóteses– como faz o cérebro.
A meta do SyNAPSE  é criar um sistema de chip com 10 bilhões de neurônios e trilhões de sinapses, que consuma menos de um  kilowatt e ocupe menos de dois litros de volume. O sistema não apenas analisaria informações complexas de vários inputs sensoriais, mas interagiria de acordo.
Por exemplo, um supermercado poderia usar um sistema cognitivo para monitorar seu estoque. Medindo temperatura, textura e odor dos alimentos, ele conseguiria registrar (e aprender) quais estão ou não estragados.
Com o fim da fase 1, a IBM Research e sua universidades parceiras no projeto (Columbia University; Cornell University; University of California, Merced; e University of Wisconsin, Madison) receberam US$21 milhões do governo americano para desenvolver a fase 2.
O objetivo final é fazer com que os computadores deixem de ser “grandes calculadoras” para que passem a ser sistemas com capacidade de aprendizado.
fonte: Info abril

iPhone 5: todos os boatos e rumores - até agora

Enquanto não sabemos o que é verdade, nos resta sonhar com as novidades do próximo produto da Apple.


Infundados ou não, esses boatos só aumentam a expectativa dos fãs da Maçã para o lançamento do iPhone 5. E você, em quais dessas histórias acredita? Está ansioso para o anúncio oficial do produto? Comente logo abaixo.


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